19 de outubro de 2019
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coluna Xadrez

Daniel retoma trabalho de oposição ao governo Caiado

Publicado por: Rubens Salomão | Postado em 19 de outubro de 2019
Coluna do jornalista Rubens Salomão.

Após primeiro semestre com atuação constante sobre o governo de Ronaldo Caiado (DEM), o presidente do MDB, ex-deputado federal Daniel Vilela, desapareceu do cenário político. Nem o bate boca entre Caiado e Marconi ou o debate em torno de projetos polêmicos, como a PEC da Educação e o acesso aos depósitos judiciais. Ele próprio explicou o chá de sumiço em resposta à Xadrez. “No primeiro semestre eu fui um instrumento de divulgação da frustração dos goianos com o início do governo, mas vou continuar com essa atuação porque fui escolhido na eleição para ser oposição”, avisa o segundo colocado na votação de 2018. “É um governo letárgico, equipe despreparada e um governador que demonstra deslumbre com o poder. Achou que governar era ficar no palácio usufruindo das mordomias e se vê assustado com a necessidade de ser gestor”, ataca Daniel.

Organização

Diferente dos tucanos, o MDB regional não planeja iniciar encontros regionais neste ano. Segundo Daniel, o trabalho agora é de escolher pré-candidatos viáveis e identificados com o partido.

Agenda

O ex-deputado considera dois grandes encontros no fim deste ano, um deles em Goiânia, para apresentar os nomes para as principais cidades. “Muita gente está procurando partido e isso inviabiliza reuniões regionais”, diz.

Idas e vindas

“Alguns prefeitos deixaram o partido, outros estão na iminência de sair. Temos cerca de 30 e vamos anunciar 15 filiações a partir do próximo mês”, antecipa Vilela.

Uníssono

A primeira reunião entre poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, além do Ministério Público, sobre a adequação dos gastos com pessoal depois da decisão do STF serviu para unificar os discursos entre os órgãos.

Medidas

O Supremo derrubou emendas à Constituição Estadual que retiravam da folha os gastos com inativos e imposto de renda. A intenção dos líderes é propor modulação da decisão. Ou seja: tempo para adequação.

Impacto

O presidente da Alego, Lissauer Vieira (PSB), propôs que a saída seja inclusive aprovada pelo governo do presidente Jair Bolsonaro.

Tudo parado

Enquanto a modulação é estudada, não deve ser sancionada ou vetada a data base do Ministério Público. Já a Assembleia Legislativa aprovará os reajustes do TJGO, da própria Alego e Tribunais de Contas, mas não os enviará ao governador.

Seu bolso

O governo federal A estuda retirar da Constituição a previsão correção anual do o salário mínimo  pela inflação. O congelamento poderia render uma economia entre R$ 35 bilhões e R$ 37 bilhões.

CURTAS

- A greve dos servidores dos Correios mantém parados 700 funcionários em 15 cidades de Goiás.

- Após alta médica, o presidente Jair Bolsonaro sanciona hoje projeto que amplia posse de arma no campo

- O ITEGO Sebastião Siqueira abre inscrições para o curso superior de Tecnólogo em Logística. São 80 vagas disponibilizadas.

 

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